terça-feira, 3 de março de 2015

mae

Mãe, eu dou graças a Deus por sua vida, por ser sua filha e por aprender tanto com seu amor de mãe.

Creio que Deus sempre tem grandes bênçãos pra sua vida, pois você tem sido uma mulher fiel, cheia de fé e o coração repleto de amor.

Você tem andado com paciência buscando sempre o melhor para a sua vida. Deus tem guardado seus passos, tem sustentado sua fé e esse amor é repassado.

Eu sinto isso porque sou sua filha, sou fruto do seu amor, sou parte da sua história, um pedaço do seu mundo e um sonho que se realizou na sua vida.

Que Deus lhe conserve assim; especial, amiga, mãe e serva desse Deus que pode todas as coisas.

Te amo muito, e não tenho dúvidas de que sua capacidade de ser exemplo de amor, continuará vencendo os limites do tempo. Feliz aniversário a essa mãe maravilhosa.

Que o céu lhe cubra de bênçãos como recompensa pelo coração bondoso que existe no seu peito.

Parabéns mãe, feliz aniversário.

causas e consequências

Quais são as causas e consequências da bradicardia sinusal?

A bradicardia sinusal (frequência cardíaca abaixo de 60 batimentos por minuto, comandada pelo nó sinusal, confirmada por eletrocardiograma) pode ser devida a diversas causas, cardíacas ou não cardíacas, além de várias consequências que serão detalhadas abaixo.

Causas não cardíacas

  • A bradicardia sinusal (BS) pode ocorrer em situações fisiológicas (sem que a pessoa esteja doente) em atletas (ou pelo menos praticantes regulares de exercícios físicos), ou em pessoas vagotônicas (pessoas que têm a ação do sistema nervoso parassimpático intensificada, sendo que a ação do sistema nervoso parassimpático diminui a frequência cardíaca). Nas situações descritas acima a Bradicardia Sinusal não é indicativo de doença propriamente dita;
  • Hipotireoidismo (deficiência da glândula tireoide);
  • Uso de certos medicamentos (antiarrítmicos - amiodarona, propafenona, sotalol, entre outros) ou anti-hipertensivos (betabloqueadores ou bloqueadores dos canais de cálcio, como o verapamil e o diltiazem);
  • Síncopes neuromediadas (vaso-vagal, neurocardiogênica e situacional), podem ocorrer com crises intensas de bradicardia sinusal, acompanhadas de síncope (desmaios e tonturas).
  • Síndrome do seio carotídeo (o seio carotídeo é uma estrutura no pescoço que participa ajuda a controlar a pressão arterial e os batimentos cardíacos, e é parte integrante do sistema nervoso autônomo). Esta é uma doença rara, em que certos movimentos bruscos do pescoço (ou se houver compressão deste, no caso de uma gravata muito apertada, por exemplo), podem provocar a queda da pressão arterial e uma diminuição da frequência dos batimentos do coração.
  • Desnutrição (Marasmo).

​​Causas cardíacas

  • Idade (fibrose do nó sinoatrial que ocorrem naturalmente com o envelhecimento);
  • Fibrilação atrial com resposta ventricular lenta;
  • Miocardiopatias / miocardites / pericardite;
  • Distrofias musculares;
  • Síndrome do seio enfermo (ou disfunção do nódulo sinusal) - o "marca passo" cardíaco não está funcionando corretamente;
  • Bloqueio cardíaco (o pulso elétrico que viaja das câmaras superiores às inferiores do coração é irregular ou está bloqueado) - pode ser causado, dentre várias outras causas, por Doença de Chagas;
  • Doenças das artérias coronárias (a artéria coronária direita irriga o nó sinoatrial, se houver comprometimento da irrigação por obstrução geralmente superior a 70% ou total, pode haver BS);
  • Lesão do sistema elétrico do coração por cirurgias;
  • Cardiopatias congênitas (erros de formação no coração do bebê durante a gravidez);
  • Infarto do miocárdio (ataque cardíaco) que afeta a região inferior do coração costuma cursar com BS em sua fase aguda.

Consequências da Bradicardia Sinusal

​​As consequências mais comuns da BS são:
  • Fraqueza;
  • Cansaço fácil com tarefas que antes não o deixavam cansado;
  • Falta de ar com tarefas que antes eram realizadas sem sintomas;
  • Dor no peito (em queimação ou aperto, que se localiza em uma região grande e não apenas em um ponto, piora com esforço e melhora com repouso);
  • Desmaios;
  • Perda de memória;
  • Perda de vontade;
  • Tonturas;
  • Mal estar.
É importante ressaltar que um médico clínico geral ou preferencialmente um cardiologista deve ser consultado para avaliação e tratamento, se necessário, caso a caso.

braquicardia

Bradicardia

   
Bradicardia
 
Classificação e recursos externos
Bradicardia é um termo utilizado na medicina para designar uma diminuição na frequência cardíaca. Convenciona-se como normal no ser humano uma frequência cardíaca entre 60 e 100 batimentos por minuto. Frequências abaixo de 60 constituem a bradicardia. A bradicardia pode ser devido a variações normais do funcionamento do organismo, neste caso chamada de bradicardia fisiológica, ou devido a alguma doença, neste caso bradicardia patológica. Há várias causas possíveis desse tipo de arritmia, mas as 8 principais são:
A bradicardia sinusal é a forma mais comum, quando ocorre uma diminuição do cronotropismo do nó sinusal, o marca-passo natural do coração.
A bradicardia pode causar baixa pressão, devido à diminuição do esforço do músculo cardíaco. A bradicardia pode causar danos ao organismo devido a menor circulação do sangue, levando menos oxigênio às células.
Os sintomas mais comuns da falha elétrica do coração são fraqueza, cansaço, falta de ar, dor no peito, desmaios, perda de memória, perda de vontade, tonturas, mal estar. Muitas vezes pacientes idosos tendem a diminuir a sua quantidade de atividade diária sem ao menos notar, simplesmente para evitar os sintomas. Então um idoso pode dizer que não tem sintomas, mas se você perguntar ele pode contar que deixou de ir ao supermercado ou parou de passear com o cachorro porque isso o deixava cansado. É muito comum também que essas pessoas não percebam a perda progressiva de memória, ou que não relatem isso para os familiares ou para o médico por vergonha. Infelizmente, a doença vai piorando com o tempo, e cada vez mais o sistema elétrico do coração passa a falhar, como uma fiação de uma casa velha que, se não consertada a tempo, eventualmente vai parar de funcionar. E nesses casos ocorre o bloqueio átrio-ventricular total, que é um aviso de que o paciente está prestes a sofrer uma parada cardíaca a qualquer momento. O marcapasso foi o dispositivo criado para evitar que os pacientes com doença elétrica do coração, quer no estágio inicial, quer no estágio avançado, tenham sintomas de mal funcionamento do coração e, principalmente, que venham a falecer por parada cardíaca. Um marcapasso quando adequadamente indicado não é um aparelho opcional, como são os óculos para melhorar a visão: ele vai ser aquilo que vai impedir que a bradicardia se torne tão grave a ponto de matar o paciente

anemia

Anemia falciforme

A anemia falciforme é uma doença genética e hereditária, predominante em negros, mas que pode manifestar-se também nos brancos. Ela se caracteriza por uma alteração nos glóbulos vermelhos, que perdem a forma arredondada e elástica, adquirem o aspecto de uma foice (daí o nome falciforme) e endurecem, o que dificulta a passagem do sangue pelos vasos de pequeno calibre e a oxigenação dos tecidos.
As hemácias falciformes contêm um tipo de hemoglobina, a hemoglobina S, que se cristaliza na falta de oxigênio, formando trombos que bloqueiam o fluxo de sangue, porque não têm a maleabilidade da hemácia normal.
Causas
A anemia falciforme é causada por mutação genética, responsável pela deformidade dos glóbulos vermelhos. Para ser portador da doença, é preciso que o gene alterado seja transmitido pelo pai e pela mãe. Se for transmitido apenas por um dos pais, o filho terá o traço falciforme, que poderá passar para seus descendentes, mas não a doença manifesta.
Sintomas
São sintomas da anemia falciforme:
* Dor forte provocada pelo bloqueio do fluxo sangüíneo e pela falta de oxigenação nos tecidos;
* Dores articulares;
* Fadiga intensa;
* Palidez e icterícia;
* Atraso no crescimento;
* Feridas nas pernas;
* Tendência a infecções;
* Cálculos biliares;
* Problemas neurológicos, cardiovasculares, pulmonares e renais;
* Priapismo.
Diagnóstico
A eletroforese de hemoglobina é o exame laboratorial específico para o diagnóstico da anemia falciforme, mas a presença da hemoglobina S pode ser detectada pelo teste do pezinho quando a criança nasce.
Tratamento
Não há tratamento específico para a anemia falciforme, uma doença para a qual ainda não se conhece a cura. Os portadores precisam de acompanhamento médico constante (quanto mais cedo começar, melhor o prognóstico) para manter a oxigenação adequada nos tecidos e a hidratação, prevenir infecções e controlar as crises de dor.
Recomendações
* Exija que o teste do pezinho seja feito em seu filho/a logo depois do nascimento. Se for constatado que é portador de anemia falciforme, encaminhe-o logo para um médico especialista;
* Procure imediatamente assistência se a pessoa com anemia falciforme tiver uma crise de dor. Embora às vezes ela possa ser tratada em casa com analgésicos, repouso e ingestão de muito líquido, só o médico poderá avaliar a necessidade de internação hospitalar;
* Entenda a febre do portador de anemia falciforme como um sinal de alerta e não faça uso de medicamentos sem orientação médica que acompanha o caso;
* Leve imediatamente para o hospital mais próximo, a criança com anemia falciforme que ficou pálida de repente;
* Lembre-se de que alterações oculares podem ocorrer nesses pacientes. Por isso, eles devem ser avaliados periodicamente por um oftalmologista.

tudo sobre a anemia falciforme


O que é Anemia falciforme?

Anemia falciforme é uma doença hereditária (passa dos pais para os filhos) caracterizada pela alteração dos glóbulos vermelhos do sangue, tornando-os parecidos com uma foice, daí o nome falciforme. Essas células têm sua membrana alterada e rompem-se mais facilmente, causando anemia. A hemoglobina, que transporta o oxigênio e dá a cor aos glóbulos vermelhos, é essencial para a saúde de todos os órgãos do corpo. Essa condição é mais comum em indivíduos da raça negra. No Brasil, representam cerca de 8% dos negros, mas devido à intensa miscigenação historicamente ocorrida no país, pode ser observada também em pessoas de raça branca ou parda.
O que é anemia falciforme? - SAIBA MAIS
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Sintomas

Sintomas de Anemia falciforme

A anemia falciforme pode se manifestar de forma diferente em cada indivíduo. Uns têm apenas alguns sintomas leves, outros apresentam um ou mais sinais. Os sintomas geralmente aparecem na segunda metade do primeiro ano de vida da criança.
Crise de dor: é o sintoma mais freqüente da doença falciforme causado pela obstrução de pequenos vasos sanguíneos pelos glóbulos vermelhos em forma de foice. A dor é mais frequente nos ossos e nas articulações, podendo, porém atingir qualquer parte do corpo. Essas crises têm duração variável e podem ocorrer várias vezes ao ano. Geralmente são associadas ao tempo frio, infecções, período pré-menstrual, problemas emocionais, gravidez ou desidratação;
Icterícia (cor amarela nos olhos e pele): é o sinal mais frequente da doença. O quadro não é contagioso e não deve ser confundido com hepatite. Quando o glóbulo vermelho se rompe, aparece um pigmento amarelo no sangue que se chama bilirrubina, fazendo com que o branco dos olhos e a pele fiquem amarelos;
Síndrome mão-pé: nas crianças pequenas as crises de dor podem ocorrer nos pequenos vasos sanguíneos das mãos e dos pés, causando inchaço, dor e vermelhidão no local;
Infecções: as pessoas com doença falciforme têm maior propensão a infecções e, principalmente as crianças podem ter mais pneumonias e meningites. Por isso elas devem receber vacinas especiais para prevenir estas complicações. Ao primeiro sinal de febre deve-se procurar o hospital onde é feito o acompanhamento da doença. Isto certamente fará com que a infecção seja controlada com mais facilidade;
Úlcera (ferida) de Perna: ocorre mais frequentemente próximo aos tornozelos, a partir da adolescência. As úlceras podem levar anos para a cicatrização completa, se não forem bem cuidadas no início do seu aparecimento. Para prevenir o aparecimento das úlceras, os pacientes devem usar meias grossas e sapatos;
Sequestro do Sangue no Baço: o baço é o órgão que filtra o sangue. Em crianças com anemia falciforme, o baço pode aumentar rapidamente por sequestrar todo o sangue e isso pode levar rapidamente à morte por falta de sangue para os outros órgãos, como o cérebro e o coração. É uma complicação da doença que envolve risco de vida e exige tratamento emergencial.

Diagnóstico e Exames

Diagnóstico de Anemia falciforme

A detecção é feita através do exame eletroforese de hemoglobina. O teste do pezinho, realizado gratuitamente antes do bebê receber alta da maternidade, proporciona a detecção precoce de hemoglobinopatias, como a anemia falciforme.

Tratamento e Cuidados

Tratamento de Anemia falciforme

Quando descoberta a doença, o bebê deve ter acompanhamento médico adequado baseado num programa de atenção integral. Nesse programa, os pacientes devem ser acompanhados por toda a vida por uma equipe com vários profissionais treinados no tratamento da anemia falciforme para orientar a família e o doente a descobrir rapidamente os sinais de gravidade da doença, a tratar adequadamente as crises e a praticar medidas para sua prevenção. A equipe é formada por médicos, enfermeiras, assistentes sociais, nutricionistas, psicólogos, dentistas, etc. Além disso, as crianças devem ter seu crescimento e desenvolvimento acompanhados, como normalmente é feito com todas as outras crianças que não têm a doença.

anemia falciforme

Transplante - um novo horizonte
Tenho procurado notícias e artigos relacionados ao transplante de medula óssea para falcêmicos para poder escrever este post.
São poucas as notícias, a maior parte relacionada a transplantes já efetuados na Bahia ou estudos que estão sendo encaminhados não só para o transplante de medula óssea como para o transplante de células troncos hematopoiéticas.

Vou relacionar os artigos que li ao longo deste texto, para quem tiver interesse em lê-los e tirar suas próprias conclusões.

Em primeiro lugar vejo que existe uma ilusão de que o fato de fazer o transplante de medula ou de células tronco vai livrar o paciente de todas as medicações, exames, rotinas de visitas médicas. No caso de sucesso do transplante a vantagem é livrar-se das dores e das transfusões frequentes. Portanto, no meu ponto de vista, expor-se ao risco do transplante é opção para quem não obtém sucesso em outros tratamentos como o uso do hidroxiuréia e quelantes de ferro e tem sequelas severas derivadas da falciforme.

O procedimento também não é milagroso, podem ocorrer casos de rejeição do transplante e os cuidados pós transplante são intensos. Uso de máscaras, medicações para evitar a rejeição, cuidados para não pegar infecções (que incluem além do uso de máscaras, em alguns casos, o isolamento do paciente por até 100 dias), cuidados especiais com alimentação.

O que eu estou tentando dizer é que, a meu ver, neste momento o TMO (transplante de medula óssea) ou TCTH (transplante de células tronco hematopoiéticas) é indicado para pacientes muito específicos de anemia falciforme.

A Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea, em um novo consenso estabelecido em 2009, determinou alguns fatores para indicação do transplante para falcêmicos (o consenso anterior, em 2005, havia excluído a indicação de TMO para falcêmicos):
- crises vaso-oclusivas recorrentes e/ou priapismo - pelo menos dois episódios após o início de um programa de transfusão crônica e uso de hidroxiuréia por 6 meses sem resposta ou com contra indicação para o uso da mesma.
- presença de vasculopatia cerebral (AVC), requerendo programa de transfusão crônica
- presença de anormalidade angiográfica (Estenoses, oclusões cardíacas)
- doença pulmonar Falciforme de graus I e II
- Nefropatia falciforme (rins)

A SBTMO ainda reafirmou a rigorosa seleção dos pacientes levando-se em consideração todas as condições de risco: laboratoriais, sociais e econômicas.

http://www.cehmob.org.br/simposio/imagens/download/palestras/SIMOES_PBelinda.pdf

Precisamos ainda levar em consideração que os transplantes, tanto de medula quando os de células tronco, necessitam de um fator de combinação, ou seja, doadores compatíveis, e em todos os estudos, menciona-se o transplante de doadores com HLA idênticos, uma chance que ocorre em 25% entre irmãos. No caso de portadores de falciforme, só poderiam ser considerados doadores os irmãos não portadores (saudáveis). Meu caso, por exemplo, a chance seria zero, pois tenho um único irmão também portador de falciforme. Nestes casos, a busca é por doadores não aparentados, ou aparentados mais distantes como tios, primos, avós, o que reduz muito a chance de HLA idênticos (a literatura científica menciona o número entre 1 para cada 250.000 a 1 para cada 1 milhão).

Para se ter idéia como o procedimento de transplante de células tronco ainda está no início no Brasil, até agosto de 2008 os transplantados se resumiam a sete pacientes, sendo que um deles faleceu (era portador de doença de hodgkin e teve rejeição- doença do enxerto contra hospedeiro), outro teve a doença do enxerto contra hospedeiro controlada, dois tiveram recorrência da anemia falciforme (rejeição do transplante) e dois não apresentaram mais sintomas da falciforme. (Faltou a informação de um paciente...falha do artigo)

Reproduzo aqui a conclusão do artigo, que eu acho mais importante:
"O único tratamento curativo para pacientes com doença falciforme é o transplante de células-tronco hematopoéticas (TCTH). Transplantes mieloablativos com doador HLA idêntico proporcionam uma sobrevida livre de doença de 80%-85% em pacientes com doença avançada e grave. Os transplantes não-mieloablativos têm toxicidade relacionada ao tratamento menor quando comparados aos mieloablativos, porém cursam com maior índice de rejeição do enxerto e recidiva da doença.
Os transplantes não-relacionados e com sangue do cordão umbilical podem ser uma alternativa para pacientes gravemente acometidos e que não disponham de doador relacionado. Enquanto não se definirem os fatores de risco para uma evolução mais grave da doença, e a ausência de trabalhos prospectivos e randomizados comparando hidroxiuréia, transfusão crônica e transplante de medula óssea, o tratamento ainda é individualizado e as decisões devem ser compartilhadas com os pacientes e familiares quanto à preferência por determinada terapêutica."

http://www.portaleducacao.com.br/medicina/artigos/5853/transplante-de-celulas-tronco-hematopoeticas-tcth-em-doencas-falciformes

O que podemos concluir é que sim o transplante é a esperança mais próxima de cura definitiva da anemia falciforme, apesar de ainda estar no início dos estudos e de ainda ser alvo de discussões prós e contra. O processo ainda está sendo desenvolvido, e as perspectivas são otimistas.

Como não tenho muito conhecimento da área de transplantes, peço por gentileza que os leitores e especialistas que lerem este post, me corrijam se cometi algum erro no que aqui escrevi.
Tirando os termos médicos, o que eu quis passar neste post é que o transplante ainda é a maior esperança de dias melhores para os falcêmicos!

sábado, 28 de fevereiro de 2015

HINO DA HUMBANDA

Umbanda Sagrada: Refletiu a Luz Divina, com todo seu esplendor; Vem do Reino de Oxalá, Onde há paz e amor; Luz que refletiu na Terra, Luz que refletiu no Mar; Luz que veio de Aruanda, Para tudo iluminar; A Umbanda é paz e amor; É um mundo cheio de Luz; É força que nos da vida; E a grandeza nos conduz; Avante Filhos de fé, Com a nossa Lei não há; Levando ao mundo inteiro, A Bandeira de Oxalá.